Mostrar o valor do teu trabalho não exige fórmulas — exige clareza.

SOBRE

Acredito numa abordagem que não se opõe à tua liberdade criativa. Desenhar um plano de conteúdos deve orientar um projeto, sem comprometer a sua identidade.

Aqui a escrita é uma ferramenta de transformação. Mensagens coerentes atraem as pessoas certas, de forma consistente.

Vamos conversar? A comunicação estratégica está ao teu alcance!

Trabalhar comigo, significa...

1. Começar pela estratégia, sempre

Antes de escrever, a pesquisa e a análise de conteúdo garantem que cada mensagem tem um propósito e reflete quem és. Esta é a abordagem certa para construir mensagens que perduram no tempo.

2. Disponibilidade e cooperação

Para conseguir apresentar soluções adequadas, é essencial haver comunicação regular e disponibilidade para reuniões de alinhamento. O compromisso com o resultado final deve ser de ambas as partes.

3. Respeitar o teu ritmo e a tua voz

O meu papel é conhecer a linguagem do teu projeto, aquilo que te diferencia e criar soluções ajustadas à tua visão. Em conjunto, analisamos cada etapa e ajustamos quando for preciso — sem atropelos nem pressão.

4. Longevidade acima da urgência

Desenhar uma estratégia não acontece em modo automático, nem serve para “cumprir calendário”. Por isso, valorizo projetos que sabem onde querem chegar e confiam no processo, sem saltar etapas.

Olá, eu sou a Ana Ferreira.

Quando era criança, queria ser professora como a minha avó. Admirava o cuidado dela com a língua portuguesa e a caligrafia perfeita. Mais tarde, sonhei ser escritora e, depois, jornalista – porque afinal criar histórias ficcionais não era o meu melhor talento.

A verdade é que o meu percurso foi tudo menos linear: licenciei-me em Sociologia e interessei-me muito pelos temas da Cultura e Antropologia. Estagiei em Relações Públicas e fiquei com o bichinho da organização de eventos. Mais tarde, trabalhei 5 anos numa escola de negócios, muito focada no atendimento ao cliente e em melhorar a experiência de quem lá estudava..

Acho que aquilo que uniu tudo isto foi sempre a minha mania da organização, a minha atenção ao detalhe e às necessidades do outro.

Atualmente, o meu foco é ajudar projetos emergentes e organizações culturais a encontrarem a sua voz e a comunicarem o merecido valor do seu trabalho.

Para os mais curiosos:

Nos meus tempos livres, levo um hobbie muito a sério: faço parte de um grupo de cantares tradicionais femininos desde 2020; aprendi a tocar adufe e aventuro-me de vez em quando na pandeireta galega.

Gosto muito de música tradicional e sou curiosa por conhecer a música tradicional de outros países. Acredito mesmo que a cultura e as tradições são a melhor forma de conhecer um país e as suas pessoas.

Vivi em Salvador da Bahia, com os meus pais e irmão, numa fase bastante desafiante da vida: entre os 15 e os 17 anos. Odiava mudanças e não foi uma transição fácil, mas hoje sei que contribuiu para “sair da bolha” e perder alguma timidez.

Enquanto estudava na faculdade, fiz parte do Orfeão Universitário do Porto, onde fiz parte da Direção e participei em 4 grupos artísticos: Coro Clássico, Cantares de Maçadeiras, Pauliteiras e Tocata (os músicos e cantores que acompanham as danças). Não entrei em tunas. Não fiz parte da praxe. Já fiz teatro comunitário, sem saber bem o que isso era. Já fiz voluntariado cultural e social.

Gosto muito de ir a concertos e ao cinema. Gosto de boas conversas e sentido de humor inteligente. Gosto de reservar dias para não fazer nada. Não gosto de acordar cedo. Não gosto de correr. 

Para mim, Jamie Cullum, um café e a chuva lá fora são a combinação perfeita para uma sessão de escrita.

Porquê “Terceiros Lugares”

Na Sociologia, terceiros lugares são espaços de convívio e interação — cafés, livrarias, parques são exemplos desses lugares.

Este projeto nasce da vontade de criar um espaço onde comunicação, arte e criatividade se encontram.

Uma conversa genuína entre quem cria e quem assiste.
Um terceiro lugar onde os teus projetos e ideias ganham voz.

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